O Parlamento Europeu, reunido em Estrasburgo, aprovou o acordo de livre comércio entre Marrocos e a UE ao nível da agricultura. Os deputados recusaram-se a seguir o relator sobre esta questão, o ambientalista francês José Bové, hostil ao acordo e apoiado por todos os eurodeputados espanhóis, que alegavam que o aumento das exportações marroquinas de frutas e legumes faria concorrencia aos produtores do seu país. O Parlamento Europeu saudou o acordo como uma "medida concreta de apoio para a estabilidade política e recíproca desenvolvimento económico sustentável" de Marrocos, que "fez progressos consideráveis na consolidação da democracia através da reforma da sua constituição e tendo eleições livres e justas ". Numa resolução aprovada pouco antes de votar, o Parlamento Europeu saudou o acordo, que constitui uma "medida concreta de apoio para a estabilidade política e recíproca desenvolvimento económico sustentável" de Marrocos, que "progressos consideráveis na consolidação da democracia, reformando a sua constituição e realização de eleições regulares."