Marrocos foi objecto de uma tripla colonização: a Espanha, no Sul - a partir de 1884, e no Norte em 1912, a França no Centro em 1912 e Tanger, sob Administração internacional, no mesmo ano;

    A recuperação da independência por Marrocos, em 1956, não se traduziu numa recuperação imediata do conjunto do seu território nacional. Em conformidade com os princípios e objectivos da Carta das Nações Unidas, e preocupado em resolver pacificamente o contencioso colonial que o opunha à Espanha, Marrocos privilegiou a via da negociação que tem permitido a reintegração, sucessivamente, em 1958 e 1969, de Tarfaya e Sidi Ifni.